ano novo

Novos rumos para 2017

19:17


O ano de 2016 parece ter sido complicado para todo mundo. E, no geral, eu não fiquei de fora das crises e dos atrasos que esse ano proporcionou. Muitos dos acontecimentos me fizeram perder a vontade e o empenho que normalmente dedico as coisas que me agradam e o Relicário foi diretamente afetado por esse processo.

É difícil dizer, mas em 2016 eu pensei em abrir mão desse espaço apesar de gostar muito de ter um local para lorotar sobre livros, filmes e séries. E isso se refletiu no número de postagem, na minha dedicação e até nas minhas leituras.


Mas a melhor parte de toda crise é que ela acaba! E todo esse drama serviu para que eu pudesse pensar, pensar e pensar mais um pouco sobre como quero levar esse projeto adiante. Sendo assim, ficou decidido que em 2017 eu vou me arriscar mais e isso significa que o Relicário também se arriscará mais. Novos conteúdos, novas plataformas, novos desafios, novos sentidos e muita vontade de fazer acontecer.

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Espero que me acompanhem nessa nova jornada!
Seja bem-vindo, 2017!





Clássicos

Cinco Clássicos para 2017

18:57



Quem acompanha as minhas peripécias aqui no Relicário sabe que eu tenho o péssimo hábito de não concluir a maioria dos desafios ou metas de leituras que me proponho a fazer. A grande questão é que o meu humor influencia muito nas minhas decisões de leitura e no geral eu não sei lidar com nada muito rígido e pré-estabelecido.  Mesmo assim, estou me propondo uma meta de leitura para o ano novo baseada em livros que sempre tive vontade de ler.
Para 2017, além de dar continuidade ao Desafio Rory Gilmore, quero ler mais clássicos e por isso pretendo ler pelo menos 5 deles durante todo o ano. Sendo assim, optei por compor essa lista com livros que eu já queria ler e livros que já possuo.
Os cinco clássicos escolhidos para esse desafio são: David Copperfield (Charles Dickens), O Grande Gatsby (Scott Fitzgerald), Orgulho e Preconceito (Jane Austen), A Época da inocência (Edith Wharton) e O Conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas).
Estou bastante empolgada para começar o desafio e inserir mais clássicos a minha lista de leitura de 2017.

ano novo

How I Met Your Mother e as metas para 2017

02:21



A vida é cheia de coincidências estranhas em que a gente passa meses amargurando umas questões e de repente, de onde menos imagina, quando menos espera vem a iluminação. Uma frase que me marcou muito no seriado Dawson's Creek dizia algo como “as melhores respostas para os problemas da vida estão no cinema” e eu não poderia concordar mais. E acrescento, as melhores respostas para os nossos problemas também estão nas séries, escondidas naquelas em que a gente nem supõe.
Já estamos de comum acordo que o ano de 2016 não foi um dos mais agradáveis. Para mim foi ano de muitas decepções e muita solidão também – mesmo disfarçada de companhia. E como consequência acabei entrando no meu modo ostra e excluindo diversas situações e pessoas do meu convívio e perdendo a fé na minha própria capacidade de reverter esse quadro. Meio derrotista, eu sei, mas normalmente a gente nem percebe que entra nesses processos de autodefesa e acaba se acostumando a não sair da zona de conforto.

E foi justamente num dos meus momentos ostra, vagando sem prestar muita atenção pela timeline do Facebook que me deparei com um vídeo que colocou tudo em perspectiva. E não, não era um vídeo de autoajuda. Era um compilado de cenas do Ted Mosby de How I Met Your Mother. Vale ressaltar que eu nem assistia a série e até aquele momento não tinha interesse em ver, mas por algum acaso eu cliquei no vídeo e agora estou na terceira temporada. No entanto, mais do que despertar o interesse pelo seriado, aquele vídeo me fez refletir sobre o que eu quero para mim em 2017.


No início do vídeo ao relatar para uma amiga que estava acreditando cada vez menos e ao listar coisas que queria deixar para trás, Ted recebe o seguinte conselho: “Você escreveu todas essas coisas para as quais quer dizer adeus, mas há tantas coisas boas. Por que não dizer adeus às coisas ruins? Diga adeus a todas as vezes que se sentiu perdido. Aos momentos em que houve um Não ao invés de um Sim. Aos arranhões e machucados. A toda mágoa. Diga adeus a tudo o que você quer fazer pela última vez”.
E esta é a minha grande meta para 2017. Dizer adeus a tudo que não acrescenta, a tudo que de alguma forma me machucou. Dizer adeus a todos que não trazem um mínimo de leveza ao meu dia, a todo egoísmo disfarçado de amizade, a falta de reciprocidade, a todos os nãos. E principalmente, assim como no seriado, dizer adeus a tudo que eu quero fazer pela última vez.


Gilmore Girls

Por que o revival de Gilmore Girls não é tudo aquilo que esperávamos?

21:54



OBS: O texto está longo e contém spoilers

Após assistir os quatro capítulos propostos para a retomada de Gilmore Girls por seus produtores originais estava decidida a não entrar na polêmica sobre a relevância desse revival para os fãs da série. Mas tantas coisas me incomodaram em ‘Um ano para recordar’ que simplesmente não consegui ficar quieta.

Mais importante do que o frenesi em torno da escolha entre os três namorados de Rory (Logan, Jess e Dean) a grande expectativa que permeava o meu imaginário, desde o anúncio da Netflix, estava relacionada a evolução dos personagens principais e secundários ao longo dos nove anos que separam o fim da série e esse lançamento. E foi justamente aí que residiu também a minha maior frustação.

Antes de apontar o que me desagradou quero deixar claro que eu adoro a série. Gilmore Girls me tornou “seriadora” e eu simplesmente me moldei, no fim da infância e adolescência, a partir do personagem da Rory, além do fato de admirar a relação mãe e filha das Lorolais e de sonhar conhecer Stars Hollow. Mas todo esse amor não foi suficiente para esse revival. 



Como comentei anteriormente a falta de evolução dos personagens foi o que mais me desagradou em termos gerais. Durante vários momentos de ‘Um ano para recordar’ fiquei com a sensação de que já tinha visto aquilo antes. E, sim, eu já tinha visto antes. Por exemplo, nós já vimos Lorolai fugir para casar e excluir a família do processo, já vimos que Rory tem dificuldades de estabelecer uma relação, já vimos Rory e Logan em um relacionamento sem compromisso e o quanto Lorolai pode ser insensível com sua mãe, Emily. E depois de nove anos eu queria mais do que eu já tinha visto antes. Acho que todos os fãs queriam.

Partindo para questões específicas dos personagens acho que Lane e Sookie foram subjugadas a meros coadjuvantes. Sookie aparece apenas em uma cena, enquanto Lane só aparece como suporte para os problemas de Rory. Para mim isso foi bem frustrante já que costumávamos ver detalhes específicos da vida das duas e não saber, por exemplo, como Lane lida com a educação dos gêmeos (já que acompanhamos durante anos sua educação rígida e suas transgressões) me deixou bem decepcionada.

Duas outras coisas que me incomodaram bastante valem ser citadas aqui. Primeiro a maneira como Lorolai pressiona Emily sobre as medidas de um quadro que a mesma mandou fazer em homenagem a Richard. Fiquei tão incomodada com a forma como Lorolai tratou o assunto que talvez pela primeira vez, em sete temporadas mais um revival, eu fiquei do lado da Emily. E segundo, temos uma cena enorme, enorme mesmo, sobre um musical que a cidade de Stars Hollow está produzindo. Eu sei que os habitantes dessa cidade produzem coisas malucas, mas o tempo dedicado a isso na série foi insano e eu me peguei pulando parte dessa cena. E sabe qual foi a contribuição dela? Nenhuma.

O que agradou?



Comecei essa crítica tratando a falta de evolução dos personagens como aspecto mais frustrante em Gilmore Girls: Um ano para recordar e foi justamente uma evolução do personagem um dos pontos que mais me agradou. E quem mais evoluiu durante esse processo foi Emily. E para um fã de Gilmore Gilrs o fato de se identificar mais com Emily já mostra que tem algo muito errado nisso tudo.

O ponto é que a matriarca da família Gilmore se descontrói e encontra novos sentidos para sua vida após a morte de seu companheiro, com quem foi casada durante 50 anos. Emily percebe que nada daquilo que ela costumava dar tanto valor, como convenções sociais e reuniões das “Filhas da Revolução Americana”, fazem sentido quando sua vida desmorona. A partir disso, somo apresentados a uma Emily despreocupada com a eficiência das suas empregadas, ou com a disposição dos móveis. Conhecemos uma Emily que quer viver o melhor da vida que lhe resta, que decide largar tudo e ir morar próximo a praia e virar voluntária em um museu. E eu só posso dizer que amei tudo isso. Emily Gilmore, você valeu a pena!

Também gostei bastante de ver novamente toda loucura de Paris, que apesar de ser a mesma neurótica por trabalho e de ter uma personalidade bem peculiar, dá sinais de ter evoluído ao contar sobre sua relação com os filhos e como isso se assemelha a relação dela com seus pais e ao vivenciar o fim de um casamento com o namorado dos tempos da faculdade. É a mesma Paris que amamos e adiamos, mas os conflitos da personagem evoluíram e fazem jus aos de uma mulher de trinta e poucos anos. 


Mas nada me agradou tanto quando ver mais uma vez os meninos (agora homens) da Brigada da Vida e da Morte. Colin, Robert, Finn e Logan protagonizaram, o que foi para mim, a melhor cena do revival. As personalidades peculiares, suas ações, seus diálogos, a música que tocou nessa cena, e os figurinos foram um sopro de ar fresco no coração dessa fã parcialmente decepcionada.  



As quatro últimas palavras


Sobre as quatro últimas e tão esperadas palavras só tenho a dizer que na Rory de 2007 elas me chocariam mais. No entanto, ditas pela Rory com 32 anos soaram para mim como algo bem natural. Se eu desejo que eles continuem e façam mais episódios? Não! Acredito que mexer mais na série pode trazer mais e mais desapontamentos, no entanto, respeito quem anseia por uma continuação já que muita coisa terminou em aberto. Eu mesma queria mais, sempre quis e talvez por querer tanto esperava bem mais. 





Cecelia Ahern

Resenha: Como se Apaixonar

02:34


Título: Como se apaixonar | Autora: Cecelia Ahern | Editora: Novo Conceito | Edição: 1 | Nota: 5 de 5 (Favorito)

Sinopse: Depois de não conseguir evitar que um homem acabasse com a própria vida, Christine passa a refletir sobre o quanto é importante ser feliz. Por isso, ela desiste de seu casamento sem amor e aplica as técnicas aprendidas em livros de autoajuda para viver melhor. Adam não está em um momento muito bom, e a única saída que ele encontra para a solução de seus problemas é acabar com sua vida. Mas, para a sorte de Adam, Christine aparece para transformar sua existência, ou pelo menos tentar ajudá-lo. Ela tem duas semanas para fazer com que Adam reveja seus conceitos de felicidade. Será que ele vai voltar a se apaixonar pela própria vida?

                                              


                                                                  Comentários

Antes de me ater especificamente aos comentários deste livro devo fazer uma confissão: a Cecelia se tornou uma das minhas autoras prediletas. Os três livros que li até então me surpreendem pela capacidade que esta escritora tem de apresentar histórias tão humanas em toda a sua complexidade e beleza e de ter uma narrativa fácil que flui quase como uma conversa informal.

'Como se apaixonar' é narrado por Christine, que está desmoronando emocionalmente depois de não conseguir evitar o suicídio de um homem. A experiência traumática faz com que a protagonista repense todo o significado da sua vida, suas escolhas e a importância de buscar a felicidade. E assim, resolve acabar com o seu casamento sem amor e tenta colocar em prática os ensinamentos de diversos livros de autoajuda a fim de melhorar os aspectos de sua vida.

O que Christine não imaginava é que sua resistência seria testada mais uma vez com uma nova situação em que alguém desesperado tenta por fim a própria vida. Esse alguém é Adam. Frustrado com diversos aspectos de sua vida profissional e pessoal, Adam acredita que a única opção disponível seria pular da ponte e acabar de uma vez com o sofrimento. Entretanto, Christine estava determinada a não deixar que mais uma pessoa desistisse da vida diante de seus olhos e faz de tudo para convencê-lo a não pular. Os dois entram então em um acordo em que Christine tem duas semanas para mostrar pro Adam que viver vale a pena e que é possível se reencontrar com a felicidade.

O mais interessante nessa jornada de duas semanas que os dois embarcam é ver Christine tirar o foco dos seus problemas e sofrimentos e empregar todas as suas forças na esperança de que o Adam se encontrasse. Acho que a autora adicionou algumas características bem interessantes nos dois personagens e que isso trouxe leveza a narrativa sobre temas tão difíceis como suicídio e depressão. Christine tem essa loucura por livros de autoajuda do tipo “5 passos para ser feliz” e isso basicamente guia várias de suas ações durante a história e o Adam possui um sarcasmo que me arrancou algumas boas risadas. O humor também está presente em personagens secundários como o pai e as irmãs de Christine.

Como destaquei no início dessa resenha a autora mais uma vez me surpreendeu por criar uma narrativa tão verossímil. ‘Como se Apaixonar’ é um livro sobre as nossas fraquezas, as nossas possibilidades de nos reinventar, de encontrar novos horizontes e de perceber que a mudança, a felicidade e a sorte dos bons encontros estão na nossa disposição de olhar a vida sob outra perspectiva.





A bela e a fera

Disney divulga trailer de A Bela e a Fera

00:34


Nesta segunda-feira, 14, foi divulgado o primeiro trailer do live-action de “A Bela e a Fera”. O longa é a nova adaptação de um dos maiores clássicos da Disney e será  protagonizado por Emma Watson e Dan Stevens.

Gente!! O trailer está uma lindeza só e ao que tudo indica a adaptação será bem semelhante a animação (que sempre esteve na minha lista de filmes prediletos <3). A estreia está prevista para março de 2017. Segura a ansiedade e confira:




Érika Rodrigues

Chick-lit

Resenha: 1 milhão de motivos para casar

01:39

Título: 1 milhão de motivos para casar | Autora:  Gemma Townley | Editora: Record| Edição: 1| Gênero: Chick-lit | Nota: 5 de 5 (Favorito)

Sinopse: Quatro milhões de libras. Para Jessica Wild, este é um valor que ela nunca mesmo, em seus sonhos mais loucos, conseguiria ter. Porém, é mais ou menos o quanto ganha quando sua amiga Grace morre e a deixa como herdeira. O único obstáculo entre Jess e a fortuna é um detalhezinho no testamento: seu nome aparece como Sra. Jessica Milton.

A questão é que... bem... Grace sempre perguntava sobre a vida amorosa de Jess. Ela, por sua vez, descrente no amor e na felicidade conjugal, acabou inventando um namorado — que viria a se tornar seu marido — de mentira. O sortudo foi Anthony Milton, seu chefe. E agora Jess se vê em um beco sem saída: a única maneira de conseguir a herança é se casar com Anthony. Em cinquenta dias. E sem que ele saiba o verdadeiro motivo.

Jessica então terá de usar todas as manobras possíveis para conseguir o sucesso da nova empreitada: o Projeto Casamento.

Comentários

Já faz algum tempo li, nessas andanças pelos blogs literários, uma resenha maravilhosa sobre esse livro da Gemma Townley e mesmo não sendo leitora assídua do gênero acrescentei 1 Milhão de Motivos para Casar a minha lista de leitura. Hoje posso dizer que meu único arrependimento foi não ter lido antes.

A narrativa é centrada na personagem Jessica Wild, uma publicitária workaholic que afirma não ter tempo nem disposição para viver um amor. A visão de Jess sobre os relacionamentos amorosos está impregnada da postura rancorosa com que sua avó (responsável por sua criação) falava sobre casamentos.

As aventuras (ou desventuras) da nossa protagonista tem início quando ela decidi inventar um relacionamento com seu chefe Anthony Milton apenas para agradar sua amiga Grace, que insistia que a moça deveria sair mais e se permitir viver um grande amor. O que Jess não imaginava é que essa mentira inocente tomaria grandes proporções e quando eu digo grandes proporções me refiro a ser fator determinante no recebimento de uma herança de quatro milhões de libras. Tudo isso porque o testamento tratava a beneficiária como Jessica Milton.

E é aí que todas as confusões do livro começam já que Jess se vê constantemente em conflito entre contar a verdade (e se sentir exposta pela mentira) ou bolar um plano mirabolante para fazer com que seu chefe se apaixonasse por ela em menos de dois meses. É claro que nossa protagonista escolheu o projeto casamento, afinal quatro milhões de libras não é um valor fácil de se ignorar.


1 Milhão de Motivos para Casar é sem dúvidas um dos livros mais divertidos e envolventes que já li. Apesar da premissa aparentemente comum entre os livros do gênero, Gemma conseguiu criar uma história leve, espirituosa, surpreendente e com uma protagonista difícil de esquecer. 


Cinema

Frame: Gossip Girl

00:59


No final do mês de Setembro a série Gossip Girl completou 9 anos. Entre intrigas, fofocas, escândalos, vestidos e saltos altos, a série apresentou o cotidiano da juventude do Upper East Side, em Nova York. Em função disso (e porque é uma das minhas séries prediletas), resolvi retirar dela o nosso frame de Outubro.


“Dizem que, não importa qual seja a verdade, as pessoas veem o que querem ver. Algumas pessoas podem dar um passo para trás e descobrirem que estavam olhando a mesma cena por todo o tempo. Algumas pessoas podem ver que suas mentiras quase acabaram com elas. Algumas pessoas podem ver o que estava na sua frente o tempo todo. E ainda há aquelas pessoas que correm o máximo que podem para não terem que olhar para si mesmas.”


Xoxo

Érika Rodrigues

Cardápio

Voltando ao ritmo

01:53


Sempre que essa blogueira que vos escreve está com a vida profissional e pessoal atribulada o ritmo desse cantinho cai e as coisas desandam por aqui. Por isso, pela milésima vez nos últimos anos, gostaria de me desculpar pela ausência e avisar que a partir desse mês as coisas vão voltar aos eixos e com um novo planejamento de postagens o blog estará sempre ativo. Também restabelecerei as visitas aos blogs parceiros e amigos.

Aos que ainda continuam por aqui, obrigada pela paciência e pelo carinho.

xoxo
Érika Rodrigues

Música

Playlist de Setembro

22:54




Quem me conhece um pouquinho sabe que eu tenho verdadeira adoração pelo mês de setembro. É um sentimento que eu não sei explicar muito bem, mas em setembro tradicionalmente coisa boas acontecem. Tem o meu aniversário, tem primavera e algumas outras datas bem significativas. Por isso resolvi compartilhar uma playlist especial para esse mês.


Mallu Magalhães – Casa Pronta




Nicolas Godin- Clara




Let it be - Beatles (Versão Across the Universe)





Érika Rodrigues

Intrínseca

Resenha: Depois de Você

01:51

Título: Depois de Você | Autora: Jojo Moyes | Editora: Intrínseca | Edição: 1 | Nota: 3 de 5

Sinopse: Em Depois de você, Lou ainda não superou a perda de Will. Morando em um flat em Londres, ela trabalha como garçonete em um pub no aeroporto. Certo dia, após beber muito, Lou cai do terraço. O terrível acidente a obriga voltar para a casa de sua família, mas também a permite conhecer Sam Fielding, um paramédico cujo trabalho é lidar com a vida e a morte, a única pessoa que parece capaz de compreendê-la.
Ao se recuperar, Lou sabe que precisa dar uma guinada na própria história e acaba entrando para um grupo de terapia de luto. Os membros compartilham sabedoria, risadas, frustrações e biscoitos horrorosos, além de a incentivarem a investir em Sam. Tudo parece começar a se encaixar, quando alguém do passado de Will surge e atrapalha os planos de Lou, levando-a a um futuro totalmente diferente.





Comentários

“E, no fim das contas, de que adiantava ficar reexaminando nossa tristeza o tempo todo? Era como cutucar um ferida e se recusar a deixa-la sarar. Eu sabia o que tinha vivido. Sabia qual tinha sido meu papel. De que adiantava repassar isso?” (p. 45) 

Quem acompanha as resenhas aqui do Relicário sabe que a Jojo Moyes é uma das minhas autoras prediletas. Desde a leitura de “A última carta de amor” eu me encantei com a forma honesta e real que a Jojo constrói seus enredos e suas personagens. E mesmo com todo esse amor literário devo dizer que “Depois de você” muito me decepcionou. O livro tem a proposta de nos contar as escolhas da Louisa após os acontecimentos de “Como eu era antes de você”.

O que fazer quando se perde alguém que se ama? Como reconstruir a vida depois do luto? Esses são os desafios da Lou. Seguir em frente quando a dor, a solidão e a perda ainda são sentimentos tão vivos e presentes. Mesmo seguindo a promessa que tinha feito a Will de se arriscar e conhecer outras paisagens, Louisa acaba cansando dessa rotina e retorna para Inglaterra. Dessa vez, decide morar em Londres e arranja um emprego em um pub no aeroporto.  E as coisas não andam nada bem. Lou ainda está bastante abalada, não consegue encontrar motivação para retomar sua vida e em um momento de deslize após muito vinho, acaba caindo do terraço.

A queda é o fato catalizador dos acontecimentos mais importantes da narrativa. Após cair, Lou é resgatada por uma equipe de paramédicos e dentre eles estava Sam Fielding, que após a recuperação acaba se tornando amigo e um pouco mais. A circunstância da queda também faz com que os pais da Lou exijam que ela faça parte de um grupo de terapia de luto e por fim traz uma pessoa relacionada a Will de volta para o cotidiano da nossa protagonista.

O livro foca nas reações da Louisa a esses novos acontecimentos e ao retorno de situações diretamente relacionadas ao Will para a vida dela, fato que o que a faz retornar pra sua cidade natal, reencontrar os pais de Will após mais de um ano e reviver todos os sentimentos de tristeza e frustação ligados a essa perda. Mas também apresenta uma Louisa tentando dar um novo rumo a sua vida e se permitindo abrir o coração para novas experiências e para a felicidade.

O livro, como tudo que a Jojo escreve, é muito bem escrito e tem passagens lindas e intensas. No entanto, eu não sei se uma sequência dessa história, da maneira que foi conduzida, é algo válido. Reforço que tiveram partes que eu adorei como, por exemplo, a dinâmica entre a Lou e o Sam (que na minha opinião salvaram o livro) e alguns diálogos das reuniões de terapia para luto. Mas o aparecimento de uma personagem ligada a Will soou para mim algo muito forçado e desnecessário, visto que em uma sequência de Como eu era antes de Você as emoções e atitudes da Louisa na tentativa de se reerguer deveriam ser o foco do livro.

Érika Rodrigues



A garota do calendário

Resenha: A Garota do Calendário (Janeiro)

00:34


Título: A Garota do Calendário (Janeiro) | Autora: Audrey Carlan | Editora: Verus | Páginas: 144 | Nota: 4 de 5

Sinopse: Ela precisava de dinheiro. E nem sabia que gostava tanto de sexo. O fenômeno editorial do ano e best-seller do New York Times, USA Today e Wall Street JournalMia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato.
A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. 
Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... 
Em janeiro, Mia vai conhecer Wes, um roteirista de Malibu que vai deixá-la em êxtase. Com seus olhos verdes e físico de surfista, Wes promete a ela noites de sexo inesquecível — desde que ela não se apaixone por ele.



Sobre a Série


A série A Garota do Calendário é composta por doze livros (os meses do ano) e contará a história de Mia como acompanhante de luxo na tentativa de arrecadar um milhão de dólares para pagar a dívida de seu pai. No Brasil, a série está sendo lançada pela editora Verus que prometeu publicar dois livros por mês para não matar os leitores de ansiedade. 



Comentários 

Eu estava acompanhando de longe todo o burburinho em torno do lançamento dessa série e até ler a resenha da Carol (blogueira do Livros; Ontem, Hoje e Sempre) a única coisa que sabia sobre os livros é que faziam parte do gênero Hot. Mas a resenha da Carol mudou tudo (rs) e meio que por impulso adquiri os dois primeiros livros e resolvi me aventurar no universo da Audrey Carlan. 

A série apresenta a história de Mia Saunders como eixo principal. Mia, apesar de ser jovem, carrega praticamente todas as responsabilidades por sua família (pai e irmã mais nova) desde que a mãe os deixou quando a garota tinha apenas 10 anos. E agora não vai ser diferente já que o pai de Mia está devendo nada mais, nada menos que um milhão de dólares a Blaine, agiota e ex-namorado da nossa protagonista. Por não ter como pagar a dívida astronômica o pai de Mia é vítima de um ataque do pessoal do Blaine e fica em coma no hospital. 

Diante da gravidade da situação e do montante de dinheiro que precisaria levantar, a garota decide trabalhar na agência de sua tia Millie como acompanhante de luxo. Vale ressaltar que Mia se propõe a acompanhar homens em jantares, eventos sociais dos mais diversos e não a ser prostituta. E receberia 100 mil dólares para passar um mês com cada um dos clientes e relações sexuais não estão envolvidas – a não ser quando a moça estiver a fim. 

Em Janeiro temos a apresentação da situação de Mia e seu primeiro trabalho como acompanhante de Wes Channing – roteirista famoso, lindo e surfista nas horas vagas. Wes contrata os serviços de Mia para manter a mulherada afastada durante os eventos sociais que ele utiliza para fechar parcerias e estreitar laços com diretores e outros profissionais da indústria cinematográfica. Mia é uma garota linda e não faz esse tipo modelo magérrima, embora suas curvas a deixe insegura em alguns momentos. Vocês já podem imaginar que para manter a relação dentro do âmbito profissional os dois precisarão fazer um esforço enorme, ainda mais porque a atração entre eles é latente. 

A leitura é leve, rápida, divertida e envolvente. Acredito que o que mais gostei nessa história é que a autora não fica enrolando ao criar dramas desnecessários. Tanto Mia quanto Wes são extremamente decididos quanto ao tipo de relacionamento que estão envolvidos. Outra coisa que também adorei é que a Mia não faz a linha recatada e na verdade até me surpreendeu com tanta atitude. Os fãs do gênero certamente vão adorar e este também é um ótimo livro pra quem tá começando a se aventurar pela literatura erótica contemporânea. 

Érika Rodrigues



Blog

Sorteio de Aniversário do Livros; Ontem, Hoje e Sempre

23:36


"Chegamos ao segundo ano do blog! Neste novo ano tivemos algumas mudanças e muuuuitas conquistas. Gostaríamos, primeiramente, de agradecer a todos os visitantes do blog nesses 2 anos, aos leitores, a quem nos segue nas redes sociais e está sempre acompanhando nosso trabalho. Estamos muito felizes com mais este ano e com nossas realizações com o #LOHS. De modo a retribuir todo o carinho, convidamos algumas editoras e muitos blogs amigos para participar da nossa festinha e do nosso #Sorteio de Aniversário. São 5 Kits de livros

Obrigada a todos, editoras parceiras, blogs amigos, autores nacionais e internacionais que fazem nosso trabalho ter sentido e principalmente nossos leitores e leitoras! Amamos muito tudo isso. Espero que gostem do sorteio e boa sorte a todos! :)"

Cardápio

Séries para descontrair

22:33


As férias de julho estão aí e a gente aproveita pra fazer tudo que não tem tempo nos outros meses como adiantar leituras, ir mais vezes ao cinema, maratonas de seriados. Nossa dica para quem vai curtir esse período em casa é investir em séries levinhas como Younger e Baby Daddy.


Com estreia no ano passado (2015), Younger apresenta a história de Liza – uma mãe recém divorciada que precisa retornar ao mercado de trabalho, mas sua idade acaba se tornando uma dificuldade. No entanto, tudo muda quando a confundem com alguém muito mais jovem e ela decide mentir a idade para voltar ao mercado editorial. Ela acaba trabalhando como assistente e faz amizade com colegas na casa dos 20 anos, como Kelsey (Hilary Duff).

A série já tem duas temporadas lançadas e os episódios duram em média 22 minutos.


A comédia no estilo três solteirões e um bebê é outra opção de entretenimento garantida. Baby Daddy, que estreou nos EUA em 2012, foca na história de Ben ao descobrir que é pai quando sua namorada deixa um bebê na porta de seu apartamento. Ele decide então cuidar da garotinha com a ajuda de seus colegas de apartamento (seu irmão Danny e o melhor amigo Tucker). 

A produção está na quinta temporada e cada episódio dura em média 22 minutos.


Érika Rodrigues

Cecelia Ahern

Resenha: A Lista

21:04

Título: A Lista | Autora: Cecelia Ahern | Editora: Novo Conceito | Edição: 1 | Páginas: 384 | Nota: 5 de 5

Sinopse: Kitty Logan tem 32 anos e aos poucos está perdendo tudo o que conquistou: sua carreira está arruinada; seu namorado a deixou sem um motivo aparente; seu melhor amigo está decepcionado com ela; e o principal: sua confidente e mentora está gravemente doente.

Antes de morrer, Constance deixa um mistério nas mãos de Kitty que pode ser a chave para sua mudança de vida: uma relação de nomes de pessoas desconhecidas. É com base neles que Kitty deverá escrever a melhor matéria de sua carreira.

Quando começa a ouvir o que aquelas pessoas têm a dizer, Kitty aos poucos descobre as conexões entre suas histórias de vida e compreende por que foi escolhida para dar voz a elas.



Comentários

Assim como a maioria dos leitores, meu primeiro contato com Cecelia Ahern se deu a partir de P.S. Eu Te Amo cuja narrativa é encantadora e envolvente. Em A Lista, a autora conseguiu me conquistar mais uma vez com uma história verossímil, bem escrita e igualmente encantadora. O enredo de A Lista nos faz questionar nossa própria realidade e coloca em evidência os aspectos importantes para uma vida “bem sucedida”. 

A vida de Kitty está desmoronando. A jornalista vê todo o seu mundo entrar em colapso ao descobrir que cometeu um injustiça durante uma de suas reportagens e que além de arruinar a vida de um homem inocente acaba enfrentando um processo judicial que culmina com a perda do seu emprego na TV. Além disso, sua melhor amiga – Constance - está perdendo a batalha contra o câncer e seu namorado resolve abandoná-la. 

Em um dos seus últimos encontros com Constance, que também é chefe de Kitty em uma revista, as duas conversam sobre os rumos que a protagonista deu a sua carreira e suas escolhas equivocadas ao longo dela e como isso mascarou o verdadeiro “eu” de Kitty. Constance relembrou o espírito jornalístico de Kitty no início da sua jornada e falou sobre a última matéria que gostaria de escrever. E devido à gravidade de sua doença, passa a Kitty a responsabilidade de contar essa última história. 

No entanto, Constance acaba falecendo sem deixar detalhes sobre a matéria. Kitty tem acesso apenas a uma lista com cem nomes e não faz a menor ideia do critério de escolha da amiga e que fator uniria todas aquelas histórias. 

A partir daí nossa protagonista embarca em um trabalho de formiguinha para conhecer as pessoas da lista e escrever uma matéria capaz de honrar a memória de sua melhor amiga. Mais do que apurar uma reportagem, Kitty embarca em uma jornada pessoal de reencontro com aspectos da sua vida que vinham sendo negligenciados. E todas as histórias que vão se revelando conversam um pouco com o leitor. 

O livro é realmente muito bonito e a narrativa fluida contribui para uma leitura rápida. Não estava programando ler A Lista e tudo que posso dizer é que foi uma surpresa extremamente agradável.

Érika Rodrigues

A garota do calendário

Sorteio: A garota do calendário (Janeiro)

01:27



Olá leitores!

Vamos começar o mês de Julho com o sorteio do primeiro volume da série A Garota do Calendário!!!

A trama apresenta Mia Saunders em um momento de grande dificuldade financeira e com o prazo de um ano para pagar uma dívida de seu pai com um agiota. Para conseguir arrecadar a soma de um milhão de dólares a jovem decide trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Em janeiro, Mia vai conhecer Wes, um roteirista de Malibu que vai deixá-la em êxtase. Com seus olhos verdes e físico de surfista, Wes promete a ela noites de sexo inesquecível — desde que ela não se apaixone por ele.


Regras: 

* Curtir a página do Relicário no Facebook e deixar o e-mail para contato são entradas obrigatórias.

*A promoção terá apenas um ganhador.

*O resultado será divulgado no blog e nas redes sociais no dia 01/08/2016.

*O contato com o ganhador será feito exclusivamente através do e-mail cadastrado no formulário. Esse terá 48 horas para responder com as informações para postagem. Caso não responda no prazo, um novo sorteio será realizado.

*O ganhador deve ter endereço de entrega no Brasil.

*O prazo para envio do livro ao ganhador é de até 45 dias.


Érika Rodrigues


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Cardápio

Desapego Literário

18:54

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Já faz algum tempo que quero trazer para o Relicário a discussão de um assunto bem polêmico entre os leitores: o desapego. Minha experiência no universo dos blogs e vlogs literários me fez perceber que nos últimos anos a quantidade de livros virou sinônimo de status entre os blogueiros. Não me entendam mal, não estou criticando quem tem muitos livros (até porque faço parte desse grupo) estou apenas refletindo sobre a questão: Será que realmente queremos todos os livros que temos na estante?

No meu caso a resposta é não. Minha estante – imagino que seja assim com todo leitor – é formada por livros que amei, livros mais ou menos e livros que fatalmente não gostei ou que por algum motivo não tenho nenhuma intenção de reler. Então, qual seria o propósito de mantê-los sob minha posse simplesmente ocupando espaço?

Foi a partir dessa segunda pergunta que resolvi fazer uma faxina literária na minha coleção e abrir mão de livros que não estão entre os meus favoritos para dar espaço a outros que possam me render boas experiências. No primeiro pente fino que passei na minha estante retirei cerca de 20 livros. De imediato ofereci a alguns amigos próximos e depois cadastrei a maioria na plataforma de trocas do Skoob – o Plus.

Até o momento realizei três trocas através da rede social. Duas por créditos e uma livro x livro que me rendeu o primeiro volume de O Diário da Princesa. No caso dos créditos agora eu posso solicitar um livro que realmente quero muito (como sou indecisa isso ainda não aconteceu, mas em breve eu mostro para vocês o resultado das minhas trocas).


Vou deixar aqui o link do meu perfil do Skoob e a foto dos livros que estão disponíveis para troca. Caso queira aderir ao desapego é só entrar em contato. 



O que acham do assunto?
Beijos
Érika Rodrigues

Companhia das Letras

Resenha: Alta Fidelidade

23:09


Título: Alta Fidelidade | Autor: Nick Hornby | Editora: Companhia das Letras | Ano: 2013 | Páginas: 312 | Nota: 4 de 5

Sinopse: Rob é um sujeito perdido. Aos 35 anos, o rompimento com a namorada o leva a repensar todas as esferas da vida: relacionamento amoroso, profissão, amizades. Sua loja de discos está à beira da falência, seus únicos amigos são dois fanáticos por música que fogem de qualquer conversa adulta e, quanto ao amor, bem, Rob está no fundo do poço. Para encarar as dificuldades, ele vai se deixar guiar pelas músicas que deram sentido à sua vida e descobrir que a estagnação não o tornou um homem sem ambições. Seu interesse pela cultura pop é real, sua loja ainda é o trabalho dos sonhos e Laura talvez seja a única ex-namorada pela qual vale a pena lutar.

Um romance sobre música e relacionamento, sobre as muitas caras que o sucesso pode ter e sobre o que é, afinal, viver nos anos 1990. Com rajadas de humor sardônico e escrita leve, a juventude marinada em cultura pop ganhou aqui seu espaço na literatura.


Comentários 

Meu primeiro contato com Alta Fidelidade se deu a partir da adaptação cinematográfica estrelada por John Cusack e lançada em 2000. A ideia de ler a obra original surgiu com o desafio literário Rory Gilmore e, assim como o filme, a experiência foi extremamente agradável. 

A obra de Nick Hornby é praticamente uma homenagem a década 90. O autor é bastante minucioso quanto a ambientação e leva o leitor para os pubs londrinos e para dentro da mente de três caras completamente aficionados por música. Dentre eles está Rob, proprietários de uma loja de discos, protagonista e narrador dessa história. 

O enredo trata basicamente do momento presente pelo qual Rob está passando: o termino de um relacionamento amoroso com Laura. Esse é o fato que inicia o livro e é a partir dele que toda a narrativa se desenvolve. O fim do relacionamento faz com que Rob - no auge nos seus 35 anos - questione praticamente toda sua vida, desde as escolhas amorosas, profissionais, relação com os amigos e com seus próprios pais. 

Além de fanático por música pop, Rob é um cara que adora fazer listas. E muitas das histórias que o nosso narrador relembra são contadas a partir de Top 5. O protagonista se mostra também um pouco egoísta e as vezes até meio escroto quanto aos seus relacionamentos amorosos, mas devo confessar que nada disso me incomodou e que a personalidade peculiar de Rob garantiu algumas risadas. 

O livro tem uma narrativa leve e inúmeras referências a Londres e a cultura pop em geral. Apresenta poucos personagens secundários (como Barry, Dick – funcionários da loja - e Laura) e estes não ocupam muito espaço na narrativa em geral. Após algumas pesquisas descobri que a obra se enquadra em uma espécie de Chick-lit para homens (achei essa informação bem engraçada e confesso que nem sabia que existia), gênero que abrange o universo masculino.

Leitura recomendada! 

Érika Rodrigues

  

Cardápio

Curtas: Cinema Francês e Gilmore Girls

19:37


Hoje é dia de estrear a coluna de notícias aqui no Relicário. O espaço denominado "Curtas" trará algumas notas sobre assuntos relacionados ao cinema, música, literatura, séries e cultura pop em geral. 
Espero que gostem da novidade =)


Festival Varilux de Cinema Francês


A edição deste ano do Festival Varilux de Cinema Francês acontece até o dia 22 de junho em 50 cidades do país. O evento contará com a exibição de 15 filmes inéditos e clássicos do cinema francês; além de oficinas de roteiro e crítica cinematográfica. 

Confira programação aqui


Gilmore Girls na Netflix


Nós, fãs de Gilmore Girls, estamos morrendo de ansiedade pelo revival deste seriado maravilhoso que está sendo produzido pela Netflix. Mas a data de lançamento da nova temporada, que contará com 4 episódios, ainda não foi divulgada pelo provedor. Mesmo assim já existem razões para celebrar. Isso porque a partir de Julho as sete temporadas da série estão disponíveis no serviço de streaming.


Érika Rodrigues


Cardápio

Cinema: Estreias da Semana

16:37

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Poucas coisas são melhores do que curtir um filmezinho no fim de semana. Pensando nisso separamos algumas estreias que devem movimentar os cinemas nacionais. Confira:


Invocação do Mal 2

Sete anos após os eventos de Invocação do Mal (2013), Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson) desembarcam na Inglaterra para ajudar uma família atormentada por uma manifestação poltergeist na filha. A trama é baseada no caso Enfield Poltergeist, registrado no final da década de 1970.


Não recomendado para menores de 14 anos




Truque de Mestre: O Segundo Ato

Após enganarem o FBI, os cavaleiros Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson) e Jack Wilder (Dave Franco) estão foragidos. Eles seguem as ordens de Dylan Rhodes (Mark Ruffalo), que segue trabalhando no FBI de forma a impedir os avanços na procura dos próprios cavaleiros. Paralelamente, o grupo planeja seu novo ato: desmascarar um jovem gênio da informática, cujo novo lançamento coleta dados pessoais dos usuários. Entretanto, durante a revelação da farsa, os próprios cavaleiros são vítimas de um contragolpe, vindo de um inimigo desconhecido.

Não recomendado para menores de 12 anos


Casamento de Verdade

Jenny (Katherine Heigl) é uma mulher adulta que sofre grande pressão da família para encontrar um marido e se casar. Mas os pais ainda não sabem que Jenny é lésbica, e namora Kitty (Alexis Bledel), que todos acreditam ser apenas uma colega. Quando revela sua orientação sexual, a família entra em crise. Mesmo assim, Jenny pretende se casar, com a aprovação dos pais ou não.

Não recomendado para menores de 12 anos




Érika Rodrigues