Literatura

[Resenha]: P.s. Eu te amo (Cecelia Ahern)

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Título: P.s. Eu te amo | Autora: Cecelia Ahern | Editora: Novo Conceito | Edição: 1 Páginas: 368 | Nota: 5 de 5

Sinopse: Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca.









Comentários

“Você fez a minha vida. Não tenho arrependimentos. Mas sou apenas um capítulo de sua vida, muitos outros virão. Guarde nossas lindas lembranças, mas, por favor, não tenha medo de criar outras”
Página 29

Muito antes de conhecer o livro da Cecelia Ahern eu já tinha me encantado com a história de amor que vi na adaptação cinematográfica. Após o termino da leitura percebo que a narrativa intensa construída pela autora vai muito além do romance e trata principalmente de superação. Uma história tão bonita e real que é capaz de despertar um turbilhão de emoções no leitor.

Na trama acompanhamos a trajetória de Holly ao tentar reconstruir sua vida após a morte de seu esposo e melhor amigo, Gerry. Holly está prestes a completar 30 anos, está desempregada (e sem perspectivas de um novo emprego) e tomada pela tristeza e pelas incertezas de um futuro sem aquele que sempre a acompanhou e lhe deu apoio. Nesse caminho de dar novos sentidos para a vida, a personagem principal conta com o apoio da família e dos amigos.

Na maior parte do livro conhecemos Gerry por meio das lembranças de Holly; lembranças essas que são praticamente a única forma de vida da protagonista durante os primeiros meses de luto. Gerry era uma espécie de porto seguro para Holly e tendo noção de como sua partida deixaria sua esposa desnorteada, ele escreve uma série de cartas que Holly deveria abrir ao longo dos meses. Tais cartas tinham como objetivo ajudá-la a superar a perda e perceber que a vida dela deveria continuar.

Durante o tempo em que Holly teve acesso às cartas de Gerry, é possível acompanhar toda a evolução e o amadurecimento da personagem, que vai desde atitudes mais triviais do dia a dia até a forma de se relacionar com a família. Claro que existem diversos momentos em que Holly se sente triste mesmo tendo esse as cartas como apoio e até como uma espécie de incentivo, mas tudo isso só torna a história mais real e intensa. Vale ressaltar que a relação da protagonista com as amigas é responsável pelas melhores gargalhadas que este livro pode proporcionar e ajudam a tornar a narrativa mais dinâmica.

Devo destacar também que a história construída pela Cecelia foi capaz de me emocionar. Eu não chorei nem me descabelei, mas em diversos momentos sentia aquele aperto na garganta diante da veracidade do drama da Holly. E o mais interessante é que apesar de ter todo esse drama como pano de fundo o livro é extremamente leve, divertido em muitas partes e muito gostoso de ler. 



"- Mas Holly, a vida de ninguém é repleta de momentos perfeitos. E se fosse, não seriam momentos perfeitos. Seriam apenas normais. Como você conheceria a felicidade se nunca passasse pelas fases tristes?" 

Página 301


Sobre a estrutura

O livro é narrado em terceira pessoa e tem a narração focada na personagem da Holly apesar de em alguns momentos produzir bons contrapontos com outros personagens. Achei os capítulos um pouco curtos, mas isso não representou um problema já que os mesmos são bem desenvolvidos.


Érika Rodrigues

Cardápio

[Tag]: Como eu leio

01:14

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Olá Leitores!

Fui indicada pela Iris, a blogueira fofa responsável pelo Chuva e Livros, para responder algumas perguntas sobre os meus hábitos de leitura. Então vamos lá!


Onde você descobre novos livros para ler?

Eu costumo descobrir novos livros frequentando bastante alguns sites de livrarias, além de ler resenhas nos blogs literários. Sempre tem também aquele amigo que lê alguma coisa, gosta e indica pra gente. Bem é basicamente esse o caminho das minhas descobertas literárias.


Como você entrou nesse mundo da leitura?

Meus maiores incentivadores sempre estiveram na minha família. A minha mãe, meu pai, meu avô materno sempre gostaram muito de ler e aqui em casa sempre tinha bastante livro. Eventualmente nas conversas em família os livros lidos viravam assunto. O despertar da minha “vida literária” foi a partir das indicações da minha mãe. Também tive um professor de português e um amigo em especial nos tempos da escola que me motivavam a ler mais e mais.



O seu gosto literário mudou com o passar do tempo?

Acho que com o passar do tempo eu me arrisquei mais literariamente e isso foi bastante positivo. Antes eu ficava muito restrita aos autores que eu já sabia que gostava e experimentava pouco. Atualmente eu me jogo mais em gêneros e autores que achei que nunca fosse ler.


Com que frequência você compra livros?

Eu gostaria de comprar menos, mas costumo comprar livros todos os meses. Uma média de três livros comprados por mês.


Como você entrou nesse mundo dos canais literários? 

Bem, o Relicário não tem canal literário então responderei como entrei na blogosfera literária. Apesar de já ler muito e há certo tempo eu quase nunca conversava e trocava informações a respeito das leituras que fazia com ninguém, salvo poucos amigos dispostos. Quando conheci a Fran (do Universo Literário) tive uma noção maior de como funcionava a dinâmica de ter um blog voltado para algo que se gosta, e como isso representa uma oportunidade de debater os livros lidos e as demais experiências literárias com gente que a gente não conhece e que de repente acaba criando afinidades.


Como você reage quando não gosta do final de um livro? 

Acho que não gostar do final do livro é sempre decepcionante, mas não vou além disso. Não chego a ficar chateada e coisas desse tipo. Apenas considero um desperdício por parte do autor, mas tudo isso é muito pessoal.



Com que frequência você espia a última página do livro para ver o que acontece no final? 

Gente eu nunca olho a última página do livro! Sério! Meu pai tem a estranha mania de começar o livro pelo último capítulo (se gostar do final lê o livro) e eu nunca entendi essa lógica. Mesmo nas histórias mais previsíveis eu prefiro acompanhar o ritmo na narrativa.



Espero que tenham gostado. A última pergunta consiste em responder quem eu vou marcar para fazer a TAG. Como vi que muita gente já respondeu, vou deixar em aberto e quem quiser compartilhar os hábitos de leitura pode ficar a vontade. E deixa o link nos comentários que eu passo para conferir.



Érika Rodrigues

indicações

Indicações para a sua estante #8

15:36



Outras Palavras Para O Amor - Lorraine Zago Rosenthal

Anos 1980. Enquanto o mundo se encolhe com o medo da Aids e as tensões da Guerra Fria, Ari Mitchell tem outras preocupações além do vírus que pululam nos bocais dos telefones públicos do Brooklin. Como ser ofuscada por Summer, a amiga rica e bonita, que estuda numa prestigiosa escola particular em Manhattan. Ou a paixonite pelo cunhado bombeiro. Ou os sonhos de sua mãe castradora. Mas uma herança está prestes a mudar a vida de Ari. Com a morte de um tio, a sensível aluna nota A ganha um visto de entrada, mesmo a contragosto, para o mundo dos privilegiados. Nova aluna da Hollister Prep, ela precisa se adaptar a uma sofisticada realidade. E a outras amizades. Logo, o jeito calma e discreto de Ari atrai a atenção de Leah, uma jovem em luto pelo namorado. Summer não está acostumada ao segundo lugar. Ainda mais quando a amiga aparentemente sem graça atrai a atenção de Blake, um estudante de direito de excelente família. E elas se afastam. Ao mesmo tempo, a irmã de Ari, Evelyn, decepção para os pais depois de abandonar o ensino médio grávida, sofre de depressão pós-parto numa época em que o termo ainda não existia. E desconta em Ari. Dividida entre o antigo e o novo, o primeiro amor e as expectativas da família, ela precisa encontrar seu próprio caminho. Um caminho que vai levá-la a uma viagem de autoconhecimento, dor e redenção. Uma prova de que a força para alcançar seus sonhos está dentro de cada um.



Por favor, cuide da Mamãe - Kyung-sook Shin

Park So-nyo, 69 anos, mãe de cinco filhos, desapareceu. Ao chegar a Seul para visitá-los, saindo de sua aldeia com o marido, com quem é casada há mais de 50 anos, ela é deixada para trás em meio à multidão em uma plataforma da estação de metrô. Como fez a vida toda, ele simplesmente supôs que a esposa o seguia. Essa é a última vez em que Park é vista. Começa então a procura, liderada pelos filhos e o marido, que se transforma em uma exploração emocional repleta de remorso e marcada pela triste descoberta de uma mulher que ninguém nunca conheceu. Narrado pelas vozes de uma filha, de um filho, do marido e da própria mulher desaparecida, Por favor, cuide da Mamãe é, ao mesmo tempo, um retrato da Coreia do Sul contemporânea e uma história universal sobre família e amor. 




As Sombras de Longbourn - Jo Baker

Admiradora de Jane Austen, a romancista Jo Baker perguntava-se quem seriam aquelas presenças pontuais e quase inumanas que serviam à mesa ou entregavam um recado para os personagens de Orgulho e preconceito, um dos romances mais recontados em versões literárias desde a sua publicação, há duzentos anos. Por trás de cada descrição da toalete das irmãs Bennet havia certamente o trabalho de uma criada, e cada refeição servida implicava uma cozinheira, um mordomo para servi-la. Qual seria a história não contada desses personagens? “As Sombras de Longbourn” é o romance dessas figuras invisíveis. Sob o comando da governanta e cozinheira sra. Hill, trabalham Sarah e Polly, duas jovens trazidas de um orfanato quando ainda eram crianças para trabalhar na casa. O mordomo idoso, sr. Hill, serve à mesa e divide a administração da casa com a sra. Hill. Os quatro formam um pequeno exército de empregados que labuta dezoito horas por dia para que a família Bennet goze do máximo conforto possível. A chegada de James Smith, um jovem lacaio recém-contratado, irá movimentar o andar de baixo da casa, revelando antigas tensões entre empregados e patrões. 





Então, o que acharam das nossas indicações para o mês de maio?


Érika Rodrigues

Intrínseca

[Resenha]: A Culpa é das Estrelas (John Green)

23:34

Título: A Culpa é das Estrelas | Autor: John Green | Editora: Intrínseca | Edição: 1 | Páginas: 288 | Nota: 5 de 5

Sinopse: A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.








Comentários


“As marcas que os seres humanos deixam são, com frequência, cicatrizes” 

Página 281


Meu primeiro contato com a obra do John Green se deu a partir da leitura de ‘Quem é você, Alasca?’ e como eu já havia comentado, começamos com o pé direito. Quanto à leitura de A Culpa é das Estrelas, confesso que tive bastante resistência a dar uma chance para esse livro devido a todo o alvoroço criado em torno da história principalmente nas redes sociais. Agora ao finalizar a leitura faço minhas as palavras de Markus Zusak: “Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais”.

A narrativa conta a história de Hazel Grace, uma menina de 16 anos que luta contra um câncer no pulmão em estado terminal, e apesar de alguns avanços com tratamentos experimentais, Hazel não terá muitos anos de vida. A adolescente divide os dias entre a releitura de seu livro predileto – Uma Aflição Imperial – , as temporadas de America’s Next Top Model e as reuniões do grupo de apoio para jovens com câncer, que Hazel frequenta apenas por insistência da mãe com intuito de que a filha faça novas amizades e tenha experiências similares aos dos outros jovens de sua idade.

Em uma dessas reuniões Hazel conhece Augustus Waters. Gus é bonito, inteligente, cativante, e passa a frequentar a reunião para acompanhar seu amigo Issac - um garoto com câncer nos olhos com quem Hazel compartilhava suspiros irônicos durante os depoimentos nas reuniões. Augustus também teve câncer, nos ossos, mas está há mais de um ano sem nenhuma manifestação da doença. Após encarar Hazel durante toda a reunião, eles se aproximam e começam uma amizade que vai se transformado aos pouco em amor.

Algo de bastante interessante nesse livro é que o John Green consegue construir uma narrativa leve apesar de ter pacientes com câncer como protagonistas. Tanto a Hazel como os demais personagens aceitam sua doença e as consequências advindas sem melodramas e excessos de lamentações. A narrativa comove pela verossimilhança das vivências além do câncer compartilhada pelos personagens.

A história despretensiosa e com algumas reviravoltas me encantou de uma forma bastante inesperada. Eu não chorei com partes específicas durante a leitura, mas não pude evitar o choro ao final. Acredito que o que me emocionou na história da Hazel Grace e do Gus foi o conjunto da obra, por assim dizer. Foi, quem sabe, perceber que as imperfeições não são ‘privilégios do câncer’. Recomendo.


“...Me ocorreu que a ambição voraz dos seres humanos nunca é saciada quando os sonhos são realizados, porque há sempre a sensação de que tudo poderia ter sido feito melhor e ser feito outra vez.” 

Página 275


Sobre a estrutura

O livro é narrado em primeira pessoa pela Hazel. Apesar de não ser o tipo de narração que mais me agrade não percebi grandes problemas nessa história. Quanto aos capítulos, estes possuem tamanho mediano e boa continuidade. 




Sobre a adaptação

Como muitos já devem saber, a adaptação cinematográfica tem sua estreia marcada para o dia 6 de junho. O elenco é formado por Ansel Elgort, como Augustus, e Shailene Woodley interpretando Hazel Grace. A direção ficou por conta do Josh Boone (Stuck in Love) e teve produção de Marty Bowen e Wyck Godfrey, responsáveis pela Saga Crepúsculo. O roteiro é de Scott Neustadter e Michael H. Weber, os mesmos que assinam (500) Dias Com Ela.






Érika Rodrigues






Cardápio

[Novidades]: Notícias sobre música e literatura

17:12



Olá leitores,

O Cardápio de hoje apresenta algumas boas novas para quem gosta de música nacional e para os fãs de A Culpa é das Estrelas. Vamos às novidades:



Banda do Mar

Divulgação


Quem acompanha os perfis do Marcelo Camelo ou da Mallu Magalhães pode conferir uma grata surpresa no início desta manhã. A novidade é que o casal resolveu se unir ao músico Fred Ferreira e formar a Banda do Mar.

O novo projeto já está com CD quase finalizado e este deve ser lançado no segundo semestre junto com uma turnê. 



Edição limitada de A Culpa é das Estrelas


Arquivo Editora Intrínseca

A editora Intrínseca divulgou esta semana que lançará uma edição especial do livro do John Green com o cartaz da adaptação como nova capa. Aparentemente está será a única mudança com relação à edição anterior. Não sou muito adepta de capas inspiradas nos cartazes, mas ficou bem bonitinho. 

A adaptação está prevista para chegar aos cinemas no dia 05 de junho. 





E vocês, o que acharam das novidades?

Érika Rodrigues

Intrínseca

[Palavras do mês]: O que li em abril

19:13


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Olá leitores! 

No mês de abril, li um pouco menos se comparado ao mês de março que foi bem atípico. Ao todo consegui finalizar a leitura de três livros e acabei caindo em uma ressaca literária. No final do mês iniciei a leitura de ‘A Visita Cruel do Tempo’ e do primeiro livro das 'Crônicas de Gelo e Fogo'. 

Vamos ao resumo das leituras que concluí e que em breve teremos resenha por aqui. 



O Oceano no fim do caminho - Neil Gaiman 

Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino.

Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano. 

Comentários: Não sei bem dizer ao certo se gostei ou não do livro. O autor escreve muito bem e nos apresenta uma fábula incrível, mas talvez por não ser muito adepta do gênero senti falta de algumas explicações que dessem verossimilhança a história. 



P.S. Eu Te Amo - Cecelia Ahern 

Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca. 

Comentários: Assim como no livro anterior esse foi o meu primeiro contato com a autora e eu adorei esse livro. A narrativa é linda e transporta o leitor para um misto de emoções. Agradeço a Fran por ter me indicado e em breve postarei a resenha aqui no blog. 


A Culpa é das Estrelas - John Green 

 A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. 

Comentários: Minhas leituras do mês de abril se encerraram aqui devido a certa ressaca literária que se abateu em mim após a leitura desse livro. Mesmo não sendo o livro do autor que mais gostei, não consegui passar ilesa por essa narrativa tão tocante. Também pretendo fazer resenha em breve. 


E vocês, o que leram em abril?
Érika Rodrigues